Sal na Adega (Torres Vedras)

Sal na Adega, o novo restaurante da Adega Mãe.
À frente dos fogões está o chef Tiago Velez.
Feijoada de Samos, o prato das sextas-feiras.
Também há carne no Sal na Adega. Chuleton, Carré de Borrego, Bife à Portuguesa e o Lombo de Vitela da foto.
Os fortificados da carta de vinhos estão a cargo do produtor duriense Kranemann.

Já aberto ao público, o Sal na Adega, vem preencher uma lacuna que os responsáveis da Adega Mãe encontravam na sua oferta de enoturismo. Vinho a copo, petiscos e pratos tradicionais da nossa gastronomia com evidente destaque para os de bacalhau, são a receita para o novo restaurante deste produtor da região de Lisboa.  

O grande terraço em cimento afagado com vista privilegiada sobre as vinhas da Adega Mãe deu lugar ao espaço onde se encontra agora o restaurante. Uma intervenção com muito gosto, aproveitando a arquitectura do espaço e os seus elementos e complementando-o com uma decoração moderna, elegante, com muita luz natural e a mesma vista fantástica sobre os vinhedos. São 48 lugares sentados (24 durante este cenário de pandemia, com a certificação Clean & Safe) e ao espaço de restauração juntam-se outros dois, um wine bar com vinho a copo, que tem a sua própria carta de petiscos e uma loja onde é possível comprar os vinhos do produtor, o bacalhau da Riberalves, entre outros produtos regionais.

O chef Tiago Velez, depois de passar por restaurantes como o Bistro 100 Maneiras, Omali São Tomé, Grupo Sem Espinhas, entre outros, vem agora liderar a cozinha do restaurante Sal na Adega onde o produto de mar tem um lugar de destaque. A carta que construiu divide-se por entradas, pratos de bacalhau, pratos de peixe, pratos de carne, sobremesas e pratos do almoço. Os pratos de bacalhau, nas suas variadas abordagens (cachaços, línguas, samos, ceviches…) e os peixes frescos da costa são presença assídua. Cada dia da semana há um prato tradicional da nossa gastronomia ao almoço, do arroz de pato à sopa da pedra, passando aos sábados pelo cabrito assado no forno e aos domingos pelo inevitável cozido à portuguesa, que tem sido um sucesso nestes primeiros dias de vida do Sal na Adega. Para acompanhar estão disponíveis 27 referências dos vinhos da Adega Mãe, por entre espumantes, brancos, rosés e tintos. Os fortificados são da responsabilidade da duriense Kranemann. Nasce assim mais uma mesa a ter em conta nos passeios pelo Oeste.

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